Hoje começa a organização da minha experiência na festa do pinhão em Lages, bom, pra quem não sabe Lages é uma das cidades mais frias do estado e também do país.
O pessoal de la fala que, pelo o fato da festa ser no mês de maio, a maior atração da festa, o frio, está fraco, mas isso eles só falam porque estão acustumados a temperaturas baixas, pra qualquer litorâneo aquilo la é frio.....muito frio.
A minha Experiência não tem nada de complexo, é só um modo de tentar escapar do frio da noite lageana, eu vou simplesmente juntar o friozinho de Lages com a arma mais potente contra baixas temperaturas aqui em Florianópolis, a roupa de borracha! Por cima, só uma camiseta de manga comprida e uma calça pra esconder a roupa, vai ter lageano que vai se espantar.
Eu sei que roupa de borracha é feita pra usar na água e tal, mas além dela reter o calor do meu corpo muito melhor que qualquer casaco, ela tambem é uma barreira potente contra o vento. A temperatura fica agradável se a pessoa não se movimentar muito, por esse motivo eu vou usa-la no show que eu menos vou pular, sexta feira do artista Daniel.
O grande problema da roupa é o desconforto, ela tira muito a elasticidade do usuário, principalmente a minha que está ficando pequena, o omrbo e o cotovelo são as duas articulações que mais sofrem. Como ela está pequena, ultimamente quando eu vou surfar e volto da arrebentação, eu sinto uma dificuldade de respirar em função da força que a roupa faz no meu peito, é desconfortável mas da pra aguentar, outro aspecto negativo é a questão de se assar com a roupa, esse na realidade é o maior problema, se na água, onde o atrito com a roupa é menor eu sempre saio assado, fora da água, só no caminhar eu vou sofrer varios problemas, sem contar que eu surfo em média duas horas e meia por caida, na festa esse tempo vai triplicar e eu corro o risco de sentir os efeitos triplicados dos meus problemas.
Eu imaginei algumas saidas para os meus problemas, o da articulação não tem volta, vou ter que me privar dos movimentos, a respiração difícil é o meu medo, por isso eu vou com uma camisa e uma bermuda fina por baixo da roupa, caso eu fique pior, só soltar o zíper, passar um pouco de frio mas respirar melhor, depois é só fechar, e sobre me assar, comprarei um pote de hipoglós pra passar nas partes que normalmente assam (pescoço, axila, virilha e um pouco na parte de tras do joelho que sempre me deixa com uma ferida no tendão).
Eu não fiz nenhum teste concreto pra ver se vai dar certo, o maior teste que eu fiz com a minha roupa de borracha fora d'água, foi na lagoinha do leste que perto do almoço a gente saia do mar pra comer e ficava vestido, só com a parte de baixo, mas dava pra aguentar de boa. Provavelmente quando eu chegar em Lages na quinta e, depois de acabar a primeira noite da festa (se eu for) chegarei em casa e colocarei a roupa pra ver se da de aguentar tranquilo. No mais deixar ela muito tempo no sol pra limpar.
Mais informações eu dou no meio da semana e o resultado quando eu voltar da festa, vai da rolo bagarai isso.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)


Nenhum comentário:
Postar um comentário